Oradoras e oradores

Aline Flor

Aline Flor é jornalista da secção Online do Público e autora do podcast “Do Género”, sobre mulheres e igualdade. Produz podcasts e outros formatos áudio e escreve sobre igualdade de género, movimento feminista e o combate à violência de género inscrito na Convenção de Istambul. É licenciada em Ciências da Comunicação pela FLUP e mestre em Cinema Documental pela ESMAE.

Título da comunicação:
Rigor, respeito e responsabilidade
Painel:
Comunicação social, violência e igualdade – responsabilidades e deveres na informação contextualizada 

Ana Esteves

Nascida e criada, com muito orgulho, na Invicta, estudou psicologia organizacional e decidiu embarcar numa aventura. Emigrou para Macau onde trabalhou 3 anos em formação e Desenvolvimento numa empresa americana, até que sentiu necessidade de se redimir e foi 4 meses para a Índia trabalhar como voluntária. De volta à pátria, “foi  para fora, cá dentro” e vive agora em Lisboa, onde trabalha como consultora em gestão estratégica de talento.

Título da comunicação:
O humor e o activismo
Resumo da comunicação:
Vamos falar em como o meu trabalho como comediante extravasou para a origem de uma movimento cívico – Não É Normal – constituído por 6 amigos, e que pretende promover a importância da igualdade de género, a desmistificação do feminismo e a fomentar a discussão sobre como o pequeno machismo do dia-a-dia, tantas vezes tomado como normal, está na base de coisas gravíssimas como as violações e a violência doméstica.
Painel:
Opinião e liberdade de expressão – desafios à igualdade de género

Callum Hancock

Callum Hancock is a professional boxer and Expert Advisory Panel member for Survivors Manchester; alongside an Ambassador for the Offside Trust, supporting victims of abuse in sport; and newly appointed NHS England Lived Experience Panel member.
Both Duncan and Callum have shared their stories as victims of sexual abuse to media worldwide, both in print and on television.

Título da comunicação:
Survivors in the Spotlight – telling stories and changing lives
Resumo da comunicação:
As society begins to acknowledge the existence and impact of sexual abuse, stories that have previously been shut away begin to be told. Both traditional and new media platforms become the spaces to tell stories and survivors begin to speak out, but at what cost? How do we tell the stories to create the awareness without furthering suffering? Survivors Manchester CEO and Male Survivors Partnership Co-Founder, Duncan Craig, presents his own experience of engaging in the media spotlight with Survivors Manchester Expert Advisor and Professional Boxer, Callum Hancock. 
Painel:
Sobreviventes: impacto dos OCS e das notícias nas vítimas e nas estruturas de apoio

Cátia Domingues

Cátia Domingues, humorista, activista e outras coisas acabadas em ista. Actualmente autora do programa Gente Que Não Sabe Estar e pessoa que faz uma das melhores caldeiradas de peixe.

Título da comunicação:
“Não pedi licença”
Resumo da comunicação:
O lugar de uma mulher é onde ela quiser. E eu escolhi o meu: o humor.
Painel:
Arte, media e educação: que mensagens?

Célio Dias

Foi nos bairros sociais do Monte Caparica, encerrado por blocos de betão cinzentos e brancos, que cresceu um menino que tinha uma perspetiva que o permitia dedilhar um horizonte de oportunidades iminentes, mas que ainda estavam por desabrochar na apoteose da Primavera – elas floriram e converteram-se um sequóias de esperança, superação e resiliência. Foi neste contexto que se definiu um mindset que tornou Célio Dias num atleta olímpico de judo. A homossexualidade, a negritude e a doença mental são pequenas nuances de um ser filosófico que viaja entre realidade e irrealidade: errante. Aos 15 anos ganhou uma bolsa de estudo para integrar a instituição Colégio São João de Brito. Actualmente estuda Psicologia no ISCTE-IUL.

Título da comunicação:
Imbatível na Derrota
Resumo da comunicação:
 A vida é uma cela aberta, sem chaves ou fechaduras – uma parede pintada em branco; o sucesso ou o insucesso dependem da forma como olhamos para essa parede e a pintamos com as cores reminiscentes da infância que habitam no limbo consciente da alma. Num mundo cada vez mais tecnológico o burnout é uma realidade dilacerante que resulta de um desequilíbrio emocional e espiritual. Enquanto atleta de alta competição, sempre tive exposto a ambientes de grande pressão; tempestades metafísicas que nos abalam, engolem, corroem e nos devolvem uma versão transformada te tudo aquilo que não queremos ser. Na minha preleção quero através da minha história de vida explicar quais são os factores que nos levam a este limite da chuva oblíqua e passar ferramentas validadas cientificamente de como ultrapassar o mar de sargaço com mansidão, aceitação e sentido de responsabilidade.
Painel:
Quebrar estereótipos: histórias de vida

Cláudia Sofia Rosário

Com apenas 12 anos presenciou o assassinato da mãe pelas mãos do padrasto.
Aos 16 anos foi acolhida numa Casa de Abrigo para vítimas de violência doméstica.
Aos 26 foi cofundadora da associação Contra o Femicídio.
Cláudia Rosário é hoje Presidente da Direção desta associação que tem como missão o apoio às famílias envolvidas em situações de violência contra as mulheres baseada no género que resultam em morte das mesmas.

Título da comunicação:
O Femicídio em Portugal (apresentação da ACF – Associação de Familiares e Amigas/os de Vítimas de Femicídio)
Resumo da comunicação:
Em 14 anos foram registados 503 femicídios em Portugal. O que é o femicídio? Quem cuida das famílias das vítimas? O que acontece às crianças órfãs?
Painel:
Sobreviventes: impacto dos OCS e das notícias nas vítimas e nas estruturas de apoio

Cristina Milagre

Licenciada em Psicologia Educacional e mestre em Psicologia Social e das Organizações, tem trabalhado enquanto técnica e dirigente em organismos públicos nas áreas da educação e formação profissional de jovens e adultos, da integração de jovens em risco, da mediação intercultural, e do diálogo intercultural e inter-religioso. Participou ainda em vários projetos de investigação nas mesmas áreas. Integrou o Grupo de Trabalho responsável pela elaboração da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. Foi igualmente Adjunta da Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade do XXI Governo Constitucional da República Portuguesa.

Título da comunicação:
Campanhas, (In)Formação e Práticas Educativas
Resumo da comunicação:
Todas as sociedades têm as suas narrativas, que se tornam mundividências e têm o poder de significar o meio natural e social. E nos últimos séculos, as nossas sociedades tenderam a rotular “os outros” como diferentes e indesejáveis, havendo várias categorias e níveis de “outros”, muitas vezes em interseção.
As nossas mundividências não são nem axiomas nem factos científicos (ou divinos) mas construções históricas, culturais e sociais. É possível, portanto, expressar outras narrativas, contrapondo as de preconceito e discriminação – trata-se de promover conceções de que “todas as pessoas somos nós”.
Promover estas novas narrativas é promover coesão social, cidadania ativa e desenvolvimento. É preciso fazê-lo de forma articulada e a vários níveis: mensagem para o mainstreaming (campanhas); profissionais estratégicos (formação e informação); aprendentes de todas as idades (práticas educativas de igualdade e não discriminação).
Painel:
Promoção da igualdade e prevenção de discriminação, assédio e violência

Cristina Roldão

Cristina Roldão, uma das vozes activas no debate académico e público sobre o racismo em Portugal, é doutorada em sociologia, investigadora do ISCTE-IUL e Professora na ESE-IPS. As desigualdades sociais que tocam os afrodescendentes na sociedade portuguesa e na escola são o seu principal domínio de pesquisa, com particular enfoque nos processos de exclusão e racismo institucional.

Título da comunicação:
Notas sobre o Racismo na Educação
Resumo da comunicação:
Tal como no debate sobre a desigualdade de género, um passo crucial para entender o racismo passa por romper com uma abordagem moralista e individualista (e biologizante, claro!). O racismo é um legado da história colonial que estrutura as desigualdades sociais contemporâneas e que se intersecciona com outras relações de poder (de género, classe, entre outras). A presente comunicação propõe-se discutir como o racismo, nas suas múltiplas formas (estrutural, institucional, quotidiana ou incorporada), atravessa o campo da educação, gerando desigualdades na redistribuição de recursos, mas também nas representações colectivas.
Painel:
Arte, media e educação: que mensagens?

Diogo Faro

Estas auto-biografias devem ter sido inventadas pelo Narciso, e soam sempre àquele aluno que na auto-avaliação diz à professora que merece 20 só porque não dá para mais. Portanto, a única coisa que têm de saber sobre mim é que sou comediante, viajante tanto quanto posso, e sou um razoável apreciador da vida boémia. Ah, e acho que os Direitos Humanos são uma coisa mais ou menos decente pelas quais nos devemos bater.

Título da comunicação:
O humor e o activismo
Resumo da comunicação:
Vamos falar em como o meu trabalho como comediante extravasou para a origem de uma movimento cívico – Não É Normal – constituído por 6 amigos, e que pretende promover a importância da igualdade de género, a desmistificação do feminismo e a fomentar a discussão sobre como o pequeno machismo do dia-a-dia, tantas vezes tomado como normal, está na base de coisas gravíssimas como as violações e a violência doméstica.
Painel:
Opinião e liberdade de expressão – desafios à igualdade de género

Diogo Veríssimo Guerreiro

Diogo Veríssimo Guerreiro, ed.
estoril, 1979 – beja, até ver.
3º filho de humildes origens 100% alentejanas, educado para fazer tudo como qualquer filha, estudou em colégios católicos até não conseguir mais e entrou no Liceu onde acabou – entre a espada e a parede – por assumir a vontade de experimentar aprender a educar. primeiro (e, que saiba, único) licenciado em Educação de Infância pela Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Beja, e mestre em Ciências da Educação (Educação e Formação de Adultos) pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve, é Educador de Infância desde 2003 na Associação Escola Aberta, em Beja, e Professor do Curso Profissional de Técnico(a) de Apoio à Infância na Escola Profissional Bento de Jesus Caraça, há 4 anos, também em Beja. assume que lhe fazem muito sentido o conceito e a atitude de Igualdade de Género, área em que também se especializou e que prega na sua prática profissional e na sua vida

Título da comunicação:
Educação de infância no masculino, em 3 momentos: princípio, meio, e agora?
Resumo da comunicação:
a Educação de Infância é, na sua essência, uma ideia masculina. não vale a pena colocar este dado em causa. todavia, curiosamente, por um qualquer ato passou a ser uma ação profundamente feminina, em que o homem ainda se mantém naquela presença exótica, numa reduzidíssima percentagem do universo feminino que desempenha esta profissão. não, não vamos tentar mais perceber porquê; não, não vamos mais falar do óbvio; sim, vamos falar dos desafios; sim, vamos falar de atitudes; sim, vamos falar de ideias.
Painel:
Quebrar estereótipos: histórias de vida

Duncan Craig

Duncan Craig is the founder CEO of Survivors Manchester and over the past 10 years since the organisation opened its doors, has worked with UK Government and International Organisations to ensure the issues affecting male survivors remain high on the social agenda.
Both Duncan and Callum have shared their stories as victims of sexual abuse to media worldwide, both in print and on television.

Título da comunicação:
Survivors in the Spotlight – telling stories and changing lives
Resumo da comunicação:
As society begins to acknowledge the existence and impact of sexual abuse, stories that have previously been shut away begin to be told. Both traditional and new media platforms become the spaces to tell stories and survivors begin to speak out, but at what cost? How do we tell the stories to create the awareness without furthering suffering? Survivors Manchester CEO and Male Survivors Partnership Co-Founder, Duncan Craig, presents his own experience of engaging in the media spotlight with Survivors Manchester Expert Advisor and Professional Boxer, Callum Hancock.
Painel:
Sobreviventes: impacto dos OCS e das notícias nas vítimas e nas estruturas de apoio

Eduardo Reis

Eduardo Reis é atualmente estudante do Programa Interuniversitário de Doutoramento em Psicologia Social (LiSP), e com o seu projeto pretende averiguar de que forma homens alvo de violência em relações íntimas de sexo diferente ou do mesmo sexo experienciam esta vitimização, quais as barreiras que enfrentam na procura de ajuda, e de que forma campanhas de consciencialização para a violência nas relações íntimas podem facilitar a procura de ajuda especificamente para estes homens.

Título da comunicação:
Homens alvo de violência(s) em relações íntimas: O papel de campanhas de consciencialização na procura de ajuda
Resumo da comunicação:
Expandindo a perspetiva tradicional sobre a violência nas relações íntimas, esta apresentação focar-se-á na experiência de homens alvo de violência(s) em relações íntimas de sexo diferente e do mesmo sexo. O papel das normas sociais associadas à masculinidade, vitimização, e procura de ajuda será explorado, considerando a importância que campanhas de consciencialização podem ter no processo de reconhecimento da violência e procura de ajuda. Derivando da literatura neste tópico, sugestões sobre a criação de campanhas especificamente para homens alvo de violência serão abordadas, realçando o seu potencial para impactar as normas sociais associadas ao género e violência(s). .
Painel:
Promoção da igualdade e prevenção de discriminação, assédio e violência

Elisabete Jacinto

Elisabete Jacinto nasceu no Montijo em 1964.
É licenciada em Geografia pela Universidade de Letras de Lisboa e pós graduada em Geografia Via de ensino. Exerceu a atividade lectiva como professora de Geografia até ao ano lectivo de 2002/2003.
É piloto de todo-o-terreno tendo participado em moto no Campeonato Nacional de Todo-o-terreno, na Taça do Mundo e nas grandes maratonas africanas tais como o rali Paris-Dakar.
Participa em provas internacionais de Todo-o-terreno em camião desde 2003. É a única mulher do Mundo a ter vencido a Categoria Camião, o rali África Eco Race em 2019.
É autora de manuais escolares, livros de aventura e de Banda Desenhada.
Foi membro da Comissão Executiva do Comité Olímpico de Portugal entre 2012 e 2016.
É presidente da Comissão Mulheres e Desporto do Comité Olímpico de Portugal e membro da Comissão “Gender Equality in Sport” do Comité Olímpico Europeu.

Título da comunicação:
“Uma mulher que vence… desvaloriza a modalidade?!”
Resumo da comunicação:
Elisabete Jacinto tem dedicado a sua vida à prática do todo-o-terreno, modalidade que começou por praticar de moto e, mais tarde, de camião. Destacou-se, não só por se ter integrado numa modalidade considerada masculina, mas pelos resultados conseguidos. Este ano foi a vencedora da Categoria Camião na grande maratona de todo-o-terreno, o rali Africa Eco Race. Pelo caminho ficou uma carreira caracterizada pelo trabalho, empenho e dedicação apesar das muitas contrariedades, do descrédito e da desvalorização de alguns. Elisabete prova-nos que está nas nossas mãos contribuir para um sociedade mais igualitária e livre de estereótipos. 
Painel:
Quebrar estereótipos: histórias de vida

Helena Ferro de Gouveia

Licenciada em Comunicação Social pela Universidade Nova de Lisboa e Pós-Graduada em Direito da Comunicação Faculdade de Direito de Coimbra , é actualmente Consultora na Deutsche Welle Akademie, agência internacional alemã para o Desenvolvimento de Media, em Bona.Mestrado em Liderança, Pessoas e Organizações na Academia Militar. É Auditora de Defesa Nacional.
É consultora de comunicação e formadora especializada nas áreas, trauma de guerra, jornalismo para a paz e pós-conflito, processos de paz e reconciliação, jornalismo para os direitos humanos e ambientais. Desenvolveu a sua actividade profissional em 4 continentes: África (Sudão do Sul, Moçambique, Guiné-Bissau, Namíbia, Egipto), Ásia (Timor Leste e Malásia), América Latina (Brasil, Amazónia Brasileira, Bolívia e Argentina) e Europa (Alemanha, Áustria, Suíça, Holanda, Espanha, Polónia, Eslovénia e Portugal). No Médio Oriente trabalhou em Israel e nos Territórios Palestinianos.
Viveu nos campos de refugiados de Juba e Kakuma.
Dispõe de duas décadas de experiência como jornalista, apresentadora e repórter, durante as quais foi enviada especial e cobriu inúmeras cimeiras da NATO e da UE, foi e é docente universitária convidada no Global Campus of Human Rights da Universidade de Veneza.
É co- autora de „Entwicklungspolitik im Zeitalter der Globalisierung : eine positive Analyse“, Universidade da Bundeswehr;
É autora de livro e do blog “Domadora de Camaleões“
Como hobby tem o paraquedismo

Título da comunicação:
Representações mediáticas da Violência
Painel:
Opinião e liberdade de expressão – desafios à igualdade de género

Joana Gíria

Joana Rabaça Gíria nasceu em Lisboa, em 7 de março de 1968.
Casada e mãe de uma filha e de um filho.
Licenciada em Direito, em 1991, realizou estágio de advocacia, em 1992-1993, e frequentou o curso de pós graduação em Direito de Bioética “As relações interdisciplinares entre a ética, a ciência e o direito”, em 2001-2002.
Em julho de 1995, integrou a área jurídica da CITE – Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego, e em 1 de janeiro de 2015, foi designada, em comissão de serviço, pelo período de cinco anos, para o cargo de presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego.

Título da comunicação:
Masculinidade cuidadora e conciliação da atividade profissional com a vida familiar e pessoal
Resumo da comunicação:
A conciliação da atividade profissional com a vida familiar e pessoal é um direito constitucionalmente previsto e deve ser garantido pelo Estado e pela sociedade a todos os trabalhadores e a todas as trabalhadoras, tendo em vista a sua plena realização como seres humanos.
Eliminar os estereótipos associados ao género, que persistem em circunscrever o homem ao papel de principal provedor e a mulher ao papel de preferencial cuidadora, permite criar condições de iguais oportunidades para homens e mulheres fazerem opções de vida livres e conscientes.
Painel:
Promoção da igualdade e prevenção de discriminação, assédio e violência

Jorge Marin Garcia

Profesor Titular do departamento de socioloxía da USC desde hace 25 años
Investigador en diferentes proxectos sobre xénero:
“Muller e Cambio Social en Galicia”.Financiado por: Universidad de Santiago.
“Análisis Sociológico de la Imagen de la Mujer en la Televisión”. Financiado por: Instituto de la Mujer, Ministerio de Asuntos Sociales.
“Análisis Sociológico de la Integración de la Mujer Gallega en el Momento Actual. Dos Ambitos: Educativo y Familiar”. Financiado por: Dirección General de Universidades, Consellería de Educación e Ordenación Universitaria, Xunta de Galicia.
“Procesos de constitución de las identidades de género, estructura familiar y medios de comunicación. Un análisis sociológico referido a Galicia”. Financiado por: Dirección General de Universidades, Consellería de Educación e Ordenación Universitaria, Xunta de Galicia.
Impacto de los actos comunicativos en la construcción de nuevas masculinidades, Proyecto del Plan Nacional de I+D+I (2008-2011) del Ministerio de Ciencia e Innovación
Análise dos roles de xénero nos videoxogos mais demandados polos adolescentes galegos. Servicio Galego de Igualdade, Xunta de Galicia
Miembro fundador y secretario del “Centro Interdisciplinar de estudios feministas y de género” de la Universidad de Santiago de Compostela
Coautor de la base de datos de mujeres expertas del Servicio Galego de Promoción da Igualdade do Home e da Muller da Xunta de Galicia.
II Premio de Investigación a la introducción de la perspectiva de género en la docencia y en la investigación convocado por la Vicerrectoria de responsabilidad social y calidad de la USC en Octubre de 2011
Miembro de la comisión redactora del II Plan Estratéxico de Igualdade de Oportunidades entre Mulleres e Homes da USC. 2014-2018

Título da comunicação:
Nuevas perspectivas transformadoras de las masculinidades desde la ética del cuidado
Resumo da comunicação:
Hoy en día se reconoce la justicia de la igualdad entre hombres y mujeres mientras que las prácticas no se encaminan en esta misma lógica. Existe un principio de disonancia entre la justicia y las praxis masculinas dentro de lo que podemos llamar “pseudo ética del cuidado”, es decir no parecer machista mientras se sigue siendo machista.
La resistencia externa crea un conflicto interno y una melancolía por las prácticas hegemónicas perdidas en el transcurso de los años. Reconocer al otro y a la vez resistirse forma parte de esa crisis de la masculinidad contemporánea, donde la razón debería dejar lugar al sentimiento, a la empatía , a ponerse en lugar del otro , a ser cómplice del sufrimiento ajeno , y por lo tanto al auto cuestionamiento.
Painel:
Homem promotor da igualdade: teorias e práticas

Margarida Medina Martins

Co-fundadora (1992) da AMCV – Associação de Mulheres Contra a Violência é a actual Presidente da Direcção. É Perita em Direitos Humanos das Mulheres e Direitos Humanos das Crianças e activista na defesa dos direitos das mulheres, jovens e crianças sobreviventes de violência. É co-fundadora da Associação Contra o Femicídio (2018).

Título da comunicação:
As vítimas enquanto artigos de consumo pelo público
Resumo da comunicação:
O papel dos órgãos de comunicação social na construção de uma imagem estereotipada das vítimas e os limites éticos desta abordagem bem como os seus riscos e consequências. 
Painel:
Sobreviventes: impacto dos OCS e das notícias nas vítimas e nas estruturas de apoio

Men Talks (Flávio Gonçalves + Jonatan Benebgui + Ricardo Higuera)

Flávio Landim Gonçalves: sonhador Praticante. Co-fundador do Men Talks e do Sentir + . Nascido em Cabo Verde, licenciado em Sociologia, com formação em liderança servidora, coaching e facilitação em educação não formal. Acredita que não importa qual é a pergunta a resposta será sempre o amor… Tem colaborado principalmente em  projetos ligados à educação para os direitos humanos e gestão de emoções. O Men Talks enquadra-se em ambas.

Jonatan Benebgui: nascido em Espanha, reside em Portugal desde 2016. O interesse por outras culturas e as viagens tem-no levado a um processo constante de desconstrução e ao questionamento sobre quem é, o que está na origem do seu contributo neste projeto.

Ricardo Higuera: jornalista e investigador. Natural do Chile, veio para Portugal em 2017 para estudar. Concluiu o Mestrado em Cultura e Comunicação na Universidade de Lisboa.
Activista, é um dos fundadores do movimento Hombres Tejedores no Chile, um colectivo que desde 2016 utiliza a prática do tricot em espaços públicos como ferramenta para questionar a masculinidade tradicional e os papéis de género impostos pela sociedade, um projecto que tem sido replicado na Argentina e na Colômbia. Em julho de 2019 integrou a equipa do Men Talks e brevemente irá iniciar o doutoramento em Estudos de Género em Portugal, em que continuará a investigar as masculinidades.

Men Talks
O Men Talks nasceu em Fevereiro de 2019 para ser um espaço de partilha, destinado ao sexo masculino, com o objetivo de desconstruir conceitos tradicionais associados à
masculinidade e promover a igualdade de género.

Título da comunicação:
Men Talks: o poder da vulnerabilidade para novas referências de masculinidades
Resumo da comunicação:
Na nossa apresentação vamos falar sobre a nossa experiência neste projeto enquanto
organizadores, como surgiu e como tem evoluído em termos de impacto, relevância e
pertinência na construção de uma sociedade mais igualitária. Falaremos sobre o poder
que a vulnerabilidade, tão oprimida no universo masculino tradicional, pode ter, se for
entendida como um ato de coragem e finalmente convidar à reflexão sobre como nós
(homens) podemos ser uma referência de diferentes masculinidades para as novas
gerações.
Painel:
Homem promotor da igualdade: teorias e práticas

Mónica Maymone

– Natural de Lisboa, mãe de gémeos adolescentes (rapariga e rapaz)
– Psicóloga (desde 1993), com Pós-graduação em Terapia Comportamental e Cognitiva.
– Entre 1993-95 Membro Cooperador Voluntário da APAV
– Desde 1995, Técnico Superior Naval da Marinha Portuguesa, sendo desde dezembro de 2018, Chefe do Gabinete de Perspetiva de Género da Marinha.
– No percurso de Marinha, destaca-se a chefia do Serviço de Psicologia e Aconselhamento da UTITA (Unidade de Tratamento Intensivo de Toxicodependências e Alcoolismo), entre 2001 e 2011, e a chefia da Unidade de Psicologia Clínica do Hospital das Forças Armadas, entre 2013 e 2015.
– Vogal da Direção Regional Sul da Ordem dos Psicólogos Portugueses entre 2012 e 2015

Título da comunicação:
Marinha, Defesa e Igualdade de Género
Resumo da comunicação:
Nesta comunicação serão focadas as medidas que a Marinha Portuguesa tem vindo a implementar, nomeadamente no âmbito do Plano Setorial da Defesa Nacional 2019-2021, nos seus três eixos fundamentais – igualdade, conciliação e formação. A igualdade de género é fundamental, contribuindo para o sucesso da missão e para a eficácia operacional. 
Painel:
Promoção da igualdade e prevenção de discriminação, assédio e violência

Pedro Gonçalves

Licenciado em Sociologia, pela Universidade Nova de Lisboa, FCSH. Formador, consultor e gestor de projetos em Igualdade de Género e Violência de Género, na Questão de Igualdade – Associação para a Inovação Social

Título da comunicação:
Promovendo a igualdade na atividade profissional e na vida familiar
Resumo da comunicação:
A trabalhar há mais de 15 anos na área da promoção da Igualdade de Género e da Conciliação entre a Vida Profissional, Familiar e Pessoal, e debatendo-me todos os dias com o desafio de educar uma filha de 5 anos, pretendo com esta comunicação tentar contrariar a expressão “em casa de ferreiro, espeto de pau”. 
Painel:
Homem promotor da igualdade: teorias e práticas

Sara Isabel Magalhães

Sara Isabel Magalhães é licenciada e doutorada em Psicologia da Educação pela Universidade do Minho. Atualmente é investigadora do Centro de Psicologia da FPCE da Universidade Porto, olhando as múltiplas dimensões do envelhecimento e sexualidades através das lentes dos estudos feministas, da psicologia social crítica, dos media, e da teoria da interseccionalidade. Ativista feminista colabora com várias ONGs nacionais pela igualdade de género e os direitos humanos. 

Título da comunicação:
Ser uma Ragazza ainda é o que era? – discursos de género e sexualidades nos media
Resumo da comunicação:
Os media preenchem o nosso quotidiano com conteúdos, e muitos destes conteúdos assumem padrões discursivos que mantém uma visão específica da sociedade ao mesmo tempo que colocam as demais no limite da (im)possibilidade.
A partir de conteúdos elaborados para adolescentes iremos reflexivamente repensar estas grandes narrativas que levam à sexualização do nosso quotidiano, à reprodução de estereótipos e reificação de discriminações, à existência de sistemas de opressão e privilégio. Partindo assim de uma leitura feminista interseccional refletiremos sobre os limites dos media, mas também sobre a sua responsabilidade social e a importância de uma literacia para/de/nos media.
Procuramos hoje um envolvimento e empoderamento ativos de todas/os que leve a uma efetiva desconstrução barreiras.
Painel:
Arte, media e educação: que mensagens?

Sofia Branco

Título da comunicação:
Jornalismo e responsabilidade social
Painel:
Comunicação social, violência e igualdade – responsabilidades e deveres na informação contextualizada